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CIAMP discute as vivências da pessoa em situação de rua com acadêmicos de psicologia

Assessoria

O debate sobre as vivências da pessoa em situação de rua foi amplo durante as rodas de conversas realizadas entre o CIAMP e acadêmicos do curso de psicologia, na última sexta-feira (21). A ação, promovida pelo Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Municipal para a População em Situação de Rua [CIAMP] , teve o objetivo de sensibilizar os alunos acerca dos direitos e da realidade social enfrentada por este público.

A coordenadora da Proteção Social Especial da secretaria de Assistência Social, Marilene Pereira, destacou o propósito da iniciativa. “Neste ano o CIAMP vai desenvolver ações estratégicas com o objetivo de alcançar diferentes esferas da sociedade e ampliar o debate acerca dos direitos da população em situação de rua. Na sexta, durante as rodas de conversas, levamos informações e sensibilizamos os acadêmicos de psicologia, mostrando o trabalho feito pela rede, para que alunos que serão futuros profissionais possam se formar já com um olhar sensibilizado e humanizado para esse público que muitas vezes é estigmatizado”, pontuou

Os abordadores da equipe de Abordagem Social do Centro de Referência Especializado de Assistência Social [CREAS] compartilharam com os alunos como funciona o dia a dia de busca ativa e atendimento à população em situação de rua. “Daremos continuidade a essa ação com os acadêmicos, o próximo passo é levar esse debate para os cursos da área da saúde. Identificamos que as pessoas em situação de rua geralmente enfrentam vulnerabilidade porque passam por problemas de saúde, como a dependência em álcool e outras drogas e problemas de saúde mental”, completou a coordenadora.

Composto por representantes das organizações da sociedade civil organizada, poderes Executivo e Legislativo e, como convidados permanentes, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública e Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o CIAMP desempenha o papel fundamental de mensurar o que deve ser implantado para atender as pessoas em situação de vulnerabilidade, pois atua como um comitê de conselho, que acompanha, monitora e contribui com o trabalho feito pelo Município e ainda contribui na tomada de decisões colegiadas.

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